Projetos e CLI
`new`, `doctor`, `check`, `run` e `build` formam o fluxo básico.
Arandu é uma linguagem experimental de sistemas para quem quer controle sobre memória, execução e binários sem abrir mão de diagnósticos compreensíveis.
import io
func main(): int {
let message: str = "hello, arandu"
io.println(message)
return 0
}O fluxo
Cada etapa do compilador deixa visível onde o programa está e o que já foi verificado.
main.aru
seu arquivo-fonte simples e legível.
lexer
reconhece palavras-chave, literais e operadores.
parser + CST
organiza os tokens e preserva a estrutura.
type checking
verifica nomes, tipos, retornos e usos.
AMIR
representação intermediária para análise.
Cranelift
gera código para o host ou um artefato nativo.
Hoje
A Arandu já pode ser explorada como linguagem e como ferramenta.
`new`, `doctor`, `check`, `run` e `build` formam o fluxo básico.
Resolução de nomes, type checking, spans e mensagens apontam o problema.
Cranelift fornece JIT para `run` e artefatos nativos para `build`.
O LSP oferece diagnósticos, hover, conclusão, referências, rename, símbolos e format.
O modelo
A linguagem torna as decisões importantes visíveis cedo.
Roadmap
A Arandu ainda é experimental, mas a ambição é clara: memória, tipos, execução e ferramentas devem compartilhar o mesmo modelo mental.